7 meses depois! Restauração florestal em São Paulo no sistema Pocket Forest

Pocket Forest Ricardo Cardim - junho de 2015

Floresta recém plantada em junho de 2015.

Pocket Forest Ricardo Cardim - janeiro de 2016

A mesma floresta 7 meses depois!

Nossa metodologia de restauração florestal “Pocket Forest” que copia a dinâmica natural das capoeiras da Mata Atlântica e sua competitividade, permite a criação inédita de pequenos trechos do bioma na escala urbana em grande velocidade de crescimento e diversidade espécies.

Nos sete meses da implantação trechos das fotografias acima, além do intenso ganho de biomassa e serviços ambientais, o espaço trouxe abrigo e alimento para a avifauna da região, que já recompensou  o espaço com sementes de muitas plantas nativas de outras matas, como trepadeiras e arbustos de sub bosque.

Nós, do Árvores de São Paulo, acreditamos que essas “florestas de bolso” são um excelente caminho para a reintrodução da Mata Atlântica nas metrópoles em diferentes escalas urbanas e a geração de serviços ambientais relevantes como a diminuição das ilhas de calor, produção de água, aumento da umidade do ar, filtragem de poeiras e gases tóxicos, bloqueio da poluição sonora, abrigo da fauna e biodiversidade nativa, educação ambiental e lazer para os cidadãos.

Ricardo Cardim

 

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Feliz Natal aos amigos das árvores!!

Mata Atlântica crescendo na cobertura do Edifício Citibank na Avenida Paulista

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Todos os amigos das árvores convidados para um agradável passeio guiado e gratuito nesse sábado no Museu da Casa Brasileira

Ricardo_Cardim_12_12_JORNADA DO PATRIMONIO

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Plantar árvores em São Paulo e os Cerrados nativos da cidade – muito cuidado!

No pé de um ipê plantado, uma caroba-do-campo à direita, planta rara e existente até os anos 1940 na cidade. Quando o ipê crescer, eliminará por sombreamento a carobinha.

São Paulo originalmente apresentava amplas extensões de vegetação de Cerrado, campestre com ervas e arbustos em grande biodiversidade e beleza. Eram os denominados “Campos de Piratininga” no século 16, atualmente quase extintos.

Pouca gente sabe disso. Até mesmo o Poder Público. O resultado é que os poucos e raríssimos campos-cerrados sobreviventes seguem esquecidos e sujeitos a todo tipo de agressão. Sendo uma dela insuspeita para os amigos das árvores e profissionais: o plantio de árvores em terrenos vazios e com capim.

Muitas vezes, vendo um terreno com um “capinzal” em meio a malha urbana, plantam-se inúmeras árvores nativas acreditando estar fazendo o melhor para o meio ambiente, quando na verdade está se destruindo uma vegetação extraordinariamente rara na metrópole. O motivo é que o Cerrado precisa do sol para viver, e quando as árvores crescem e fazem sombra, o matam.

Assim, é fundamental antes de uma ação de plantio de árvores, por melhor que seja a intenção, tomar conhecimento e pesquisar visualmente se aquela área tem remanescentes de Cerrado – e se tiver – não plantar nada e sim preservar o que lá está há milênios.

Em São Paulo, principalmente na região do Morumbi, Parque do Carmo, Jaraguá, Butantã e arredores da malha urbana ainda existem alguns poucos e preciosos trechos dos “Campos de Piratininga”.

Ricardo Cardim

“Capinzal” repleto de raridades do Cerrado na região do Morumbi e que recebeu equivocadamente um plantio de árvores que pode matar a vegetação ancestral.

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Como plantar o palmito-jussara no paisagismo e diminuir o risco de perdas

Marginal Pinheiros em SP - Palmitos-jussara plantados de forma isolada e a pleno sol: já estão morrendo vagarosamente

Marginal Pinheiros em SP – Palmitos-jussara plantados de forma isolada e a pleno sol: morrendo vagarosamente

Nos últimos anos, o palmito-jussara (Euterpe edulis) começou a participar mais dos projetos de paisagismo urbanos. Muitos jardins de prédios corporativos receberam alguns exemplares. Entretanto, também é fácil perceber a pouca sobrevivência dos palmitos plantados. Folhagem amarelada, “enforcamento” do palmito e diminuição da copa progressivamente até ficar só a estipe são alguns dos problemas mais comuns.

Palmeira típica da Mata Atlântica e produtora de recursos fundamentais para a fauna, o palmito-jussara é mesmo um item indispensável para o paisagismo sustentável.  Na floresta o seu habitat – principalmente  na fase juvenil – é a sombra das grandes árvores, vivendo na “estufa” úmida e quente proporcionada pelo sub bosque. Quando mais velho, pode alcançar o dossel florestal e ficar a pleno sol. Raras são as exceções na natureza.

Algumas dicas importante para prevenir esse problema (além da boa procedência da muda e seu desenvolvimento dentro do pote e não arrancada do chão) é recriar no projeto parte das condições naturais da Mata Atlântica, escolhendo o local de plantio em meia sombra, com microclima úmido, próximo a outras plantas e deixar a terra a sua volta preferencialmente bem vegetada, se possível com arbustos, protegendo do ressecamento do solo. Evitar ao máximo seu plantio em alameda, com um palmito bem afastado do outro e a pleno sol.

Ricardo Cardim

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Árvores urbanas…

ipe figura

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Conheça o novo site do nosso escritório de projetos de paisagismo sustentável!

site Ricardo Cardim Paisagismo Sustentável

Já está no ar o site da Ricardo Cardim Biodiversidade Nativa, um escritório de projetos de paisagismo e consultoria diferente, focado na inovação em áreas verdes sustentáveis.

Nossa missão é promover a coexistência entre a rica biodiversidade brasileira e as cidades, de forma estética e funcional para o meio ambiente e as pessoas, criando projetos que resultam em reequilíbrio ecológico urbano, menor manutenção, rápido crescimento e baixo consumo de água.

Nossa equipe multidisciplinar é formada por arquitetos, LEED AP e GA, bióloga, engenheiros agrônomo, florestal e ambiental.

Conheça nossa página no link abaixo:

http://www.paisagismosustentavel.com.br

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