Apagão verde em São Paulo: em 10 anos

 

tipuana em rua de são paulo - foto de Ricardo Cardim - árvores de são paulo

Típica tipuana solitária remanescente da arborização original em Alto de Pinheiros – cercada de novos plantios de “árvores anãs”

Considero a tipuana (Tipuana tipu) a árvore mais comum na malha urbana formal paulistana. Um espécie exótica, originária da Bolívia e Argentina, que foi amplamente plantada principalmente até a década de 1960, sendo sua grande incentivadora a Cia. City, que loteou os “bairros-jardins” de São Paulo, como Pacaembú, Alto de Pinheiros, Jardins, entre outros.

De crescimento rápido e vigoroso, em poucas décadas viraram árvores de grande porte, que sombreavam generosamente e continuamente as ruas paulistanas, a ponto de virar uma espécie de identidade cultural da metrópole. Interessante que em São Paulo a tipuana parece crescer mais rápido e alcançar um maior porte do que em sua terra de origem.

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Tipuanas na arborização de São Paulo na década de 1950: ainda jovens.

Com o passar dos anos e a transformação em meados do século passado da cidade em grande metrópole, o verde muitas vezes virou incômodo para alguns setores, como o a fiação elétrica, garagens e a transformação de residências em comércio e prédios, e as tipuanas foram sendo cortadas e mutiladas por podas equivocadas que permitiam a entrada de cupins, corte de raízes e muitas outras agressões, agravadas por sua madeira de baixa resistência.

Como resultado desse histórico, chegaram a velhice bastante comprometidas, e hoje temos um quadro interessante – e também preocupante – são atualmente as maiores árvores da malha urbana, e fazem enormes serviços ambientais como sombra, filtragem do ar, etc, e  estão chegando ao fim da vida útil, do ciclo de vida. Como consequência, tivemos nesse milênio inúmeras quedas e acidentes com a espécie, que vem sendo removidas e mutiladas em grande velocidade.

Com isso, some a grande árvore, a cobertura vegetal ampla, a sombra – que constitui uma parte do problema. A outra é que não estamos repondo as velhas tipuanas com novas árvores de mesma biomassa vegetal ampla, a grande “copa urbana”. Canso de ver nas calçadas, onde existiam tipuanas, um “cimentado” escondendo na má-fé que ali havia uma árvore ou sua substituição por uma frágil muda de alguma espécie que jamais chegará ao seu porte, por melhores que sejam as condições de crescimento. São plantas diminutas como resedás e ipêzinhos-amarelo.

O resultado dessa situação será um verdadeiro “apagão verde” em poucos anos da principal espécie  de cobertura verde da cidade, conforme forem caindo e cortadas as velhas e enormes tipuanas até o seu desaparecimento das ruas paulistanas – sem substituição à altura, mesmo no longo prazo.

Em minha opinião, temos excelentes espécies da Mata Atlântica (mais indicadas) para as substituir, só que temos que manter a ousadia do porte das tipuanas, isso é imprescindível, a despeito dos muitos obstáculos a sua existência na urbes, como fiação  aérea, calçadas estreitas, traumas psicológicos coletivos, etc, etc. Não podemos esperar a cidade refazer suas calçadas, enterrar sua fiação, reeducar a população para mantermos a cobertura verde vital.

Exemplos de árvores de porte semelhante para substituir a tipuana, com características adequadas ao meio urbano (que claro, tem que ser avaliadas tecnicamente caso a caso) são  nativas como copaíba (Copaifera langsdorffii), jatobá (Hymanaea courbaril), açoita cavalo (Luehea grandiflora), pau-viola (Cytharexyllum myrianthum), jacarandá paulista (Machaerium villosum), cabreúva (Myrocarpus frondosus), cedro-rosa (Cedrela fissilis), entre muitas outras. Mesmo as plantando em profusão agora nos bairros- jardins, não escaparemos de algumas décadas áridas, fruto da falta de planejamento.

 

Ricardo Cardim

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O Brasil ganha seu 1º livro sobre as árvores gigantes das suas florestas

Países como Alemanha, EUA e Canadá, com uma biodiversidade ínfima comparado ao Brasil, tem livros publicados com algumas das maiores árvores do seus territórios – as mais antigas, interessantes, entre outros atributos. Dono de Hot Spots mundiais como o Cerrado e a Mata Atlântica, o Brasil é um país que abrange uma coleção fantástica de árvores nativas seculares e de proporções imensas. Como então não temos nenhum livro apresentando essas gigantes?

Pensando nisso, publicamos o livro “Remanescentes da Mata Atlântica: As Grandes Árvores da Floresta Original e seus Vestígios”, que conta uma história visual da Mata Atlântica e apresenta cerca de 90 exemplares incríveis observados em 12.500 km de expedições pelo bioma. São preciosidades como jequitibás, perobas e figueiras sobreviventes de cinco séculos de devastação predatória.

Figueira-gigante descoberta no Legado das Aguas. 2018

Livro Remanescentes da Mata Atlântica Ricardo Cardim

 

Descrição:

ISBN: 978-85-62114-86-1
Autor: Ricardo Cardim
Número de páginas: 344
Formato: 25,5×33,6cm
Acabamento: Capa dura

Peso 2.2 kg
Dimensões 5 × 25.5 × 33.6 cm

Site para adquirir o livro e receber em sua casa:

https://www.editoraolhares.com.br/produto/remanescentes/

Para ler a crítica:

https://www1.folha.uol.com.br/colunas/mariosergioconti/2018/12/a-ferro-e-fogo.shtml

Publicação em parceria com o Museu da Casa Brasileira – São Paulo, patrocínio de Fibria, Legado das Águas Votorantim, Viveiro Fábrica de Árvores, Café Orfeu e Avenues School São Paulo.

Ricardo Cardim

 

 

 

 

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O fotógrafo Claro Jansson e o livro Remanescentes da Mata Atlântica

Um dos fotógrafos mais importantes da história da Mata Atlântica é sem dúvida Claro Jansson. Nascido na Suécia em 1877, chegou ao Brasil em 1891 e foi morar em Jaguariaíva, no estado do Paraná. Na região Sul do Brasil realizou um extenso e pioneiro trabalho de documentação da sociedade e paisagens da época, e dentre seus diferentes temas se destaca a relação entre a floresta e o homem, que possibilitou farta documentação no livro Remanescentes da Mata Atlântica.

Na primeira metade do século XX, a ainda primitiva Mata Ombrófila Mista estava sendo paulatinamente acessada para sua conversão em madeira,  com foco principalmente nas araucárias (Araucaria angustifolia) de tronco retilíneo e fácil aproveitamento. Nesse contexto surge a Lumber, empresa de capital americano considerada a serraria mais moderna da época. Jansson fotografou com habilidade artística e documental a sua rotina operacional, florestas e personagens, perpetuando imagens fundamentais para o entendimento  do que foi o ciclo da madeira no Sul do Brasil. Além da Lumber, muitas outras localidades foram registradas, que mereceram sua reprodução em mais de cinquenta fotografias no livro Remanescentes da Mata Atlântica.

Por um erro de edição, infelizmente os créditos de Claro Gustavo Jansson saíram incompletos no livro impresso. Assim, segue abaixo uma correção possível, com a reprodução das páginas de suas fotografias e o devido crédito:

Acervo Paulo Moretti Junior e  Museu Histórico e Antropológico da Região do Contestado em Caçador, SC: 63c, 63d, 85c, 87c, 104a, 105b, 105c, 110a, 110b, 111c, 111d, 111e, 116a, 116b, 119c, 126a, 126b, 132a, 132b, 133c, 133d, 134a, 135c, 135d, 136a, 136b, 137c, 137d, 138a, 138b, 139c, 139d, 140a, 141b, 142a, 143b, 143c, 144a, 144b, 144c, 145d, 145e, 145f, 146a, 147b, 147c, 148a, 334a.

Acervo Museu Histórico de Três Barras, SC: 62b, 147d

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Ricardo Cardim

Dezembro de 2018

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Lançamento do livro Remanescentes da Mata Atlântica – As Grandes Árvores da Floresta Original e Seus Vestígios, de Ricardo Cardim

Com grande alegria convidamos todos que gostam de natureza, árvores e da Mata Atlântica ao lançamento do nosso livro no próximo dia 27 às 19 horas no Museu da Casa Brasileira em São Paulo.

livro remanescentes da mata atlantica ricardo cardim museu da casa brasileira

 

APROVEITE PARA ADQUIRIR O LIVRO COM 20% DE DESCONTO ATÉ O LANÇAMENTO, e retirar sem custo no dia. O livro apresenta 344 páginas em grande formato a cores e mais de 500 fotografias modernas e antigas da floresta e suas grandes árvores. Clique no link abaixo para comprar:

 

https://olhares.store/produto/remanescentes/

 

Ricardo Cardim livro remanescentes da mata atlantica

Release oficial:

O Museu da Casa Brasileira, em parceria com a Editora Olhares, lançará o livro “Remanescentes da Mata Atlântica – As Grandes Árvores da Floresta Original e Seus Vestígios”, de autoria do botânico e paisagista Ricardo Cardim, no dia 27 de novembro, com entrada gratuita.

A publicação, que deriva da exposição Remanescentes da Mata Atlântica & Acervo MCB, apresenta uma história visual desde fotografias e desenhos dos séculos passados da floresta primitiva original, registros do processo de desmatamento, vestígios materiais (como móveis antigos), construções e ferramentas, até o que restou do bioma atualmente.

Para complementação do conteúdo a ser apresentado, expedições a diferentes pontos da Mata Atlântica, em busca dos últimos espécimes de grande porte, ocorreram no período de julho a setembro nos estados de SC, PR, SP, ES, BA e AL. Além de Ricardo Cardim, participaram o fotógrafo Cassio Vasconcellos e o botânico Luciano Zandoná. Os registros desta empreitada, produzidos também com uso de drone, estarão presentes no livro.

A ideia é lançar uma semente para um futuro museu da Mata Atlântica, uma provocação para que comecemos a formar um necessário e inédito acervo que conte a história de nossa floresta para esta e as futuras gerações”, adianta o autor.

Os patrocinadores do livro são a Fibria, Reservas Votorantim, Viveiro Fábrica de Árvores, Avenues School São Paulo e Café Orfeu. Não foi utilizado nenhum tipo de isenção fiscal.

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Convido todos os amigos das árvores a nos acompanharem agora pelo Instagram ricardo__cardim

O nosso blog Árvores de São Paulo migrou para o Instagram, com mais conteúdo e dinamismo.

https://www.instagram.com/ricardo__cardim/

Por favor no acompanhe pela conta:

ricardo__cardim

Espero vocês lá!!

 

Abraços

 

Ricardo

 

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Nesse sábado vamos juntos plantar o novo Largo das Araucárias em Pinheiros!

 

Para fechar o ano de 2017 convidamos quem gosta de árvore para um plantio muito significativo para a cidade de São Paulo, o novo Largo das Araucárias, no bairro de Pinheiros, resgatando uma dívida secular com a espécie que batizou o local.

Significativo porque essa será a floresta de bolso que mais modificará uma paisagem urbana. O projeto começou em maio desse ano, quando após plantarmos o “Bosque da Batata” percebemos um terreno todo cercado por tapumes velhos pixados e cercados de lixo no meio das ruas, como que “invisível ” a todos que ali passavam. Uma área grande, com cerca de 600 m² com um portão trancado a cadeado e muito lixo dentro. No meio, três antigos pilares de um posto de gasolina, com o seu piso e estruturas.

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O local todo cercado, “invisível”

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Dentro, muito lixo e restos de um posto de gasolina

Após conversa com a Subprefeitura de Pinheiros foi descoberto que o terreno era público, estava descontaminado segundo os orgãos competentes e era sobra das obras de remodelação do bairro anos atrás. Com o apoio de um doador privado para a execução de todo o projeto, começamos em outubro um intenso trabalho para transformar aquele espaço degradado. Uma empresa especializada em desmobilização de postos de gasolina começou a quebrar o piso de concreto e retirar os antigos tanques de combustível. Saíram toneladas de lixo e entulho.

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O piso e estruturas do posto já limpos. Atrás, a nossa floresta de bolso do “Bosque da Batata” plantada em maio último.

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A máquina removendo toneladas de concreto sobre o solo, um recomeço

No meio da terra encontramos novamente a belíssima e fértil terra preta das antigas margens do Rio Pinheiros, sepultada há 200 anos!

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Sob um metro de aterros humanos aparece uma preciosidade!

Em novembro, começaram os jardins de chuva de projeto de Guilherme Castagna que receberão mudas de plantas ornamentais da Mata Atlântica. Hamilton Cezar, paisagista sustentável, também começou a plantar um trecho com plantas dos antigos e raríssimos cerrados da cidade de São Paulo os “Campos de Piratininga” transplantadas de terrenos em desmatamento próximos em Embu, e as calçadas, que estavam completamente degradadas e foram substituídas por novas plenamente acessíveis, homogêneas e muito duráveis. Obra do urbanista Sérgio Reis.

Agora é todos juntos nesse sábado plantarmos um paisagismo com Mata Atlântica, Floresta de Bolso e muitas araucárias, para mostrar que é possível transformar um posto de gasolina abandonado em uma nova área verde e de lazer para a cidade – e que também uma nova cidade é possível. Esse projeto será uma praça,  com acessos em paralelepípedos e bancos para a multidão que ali passa diariamente descansar e contemplar a natureza.  Leve as crianças, a família, amigos!! Todos convidados para plantar juntos!!

Informações:

Dia: 16 de dezembro de 2017, sábado.

Hora: 10 horas da manhã

Local: Rua Pais Leme com Rua Padre Carvalho, Pinheiros, atrás da Igreja de Pinheiros. Fácil acesso por bicicleta, metro e onibus.

Parceiros:

Ricardo Cardim – Floresta de Bolso

Nik Sabey – Novas Árvores Por Aí

Sérgio Reis – Urbanista

Mudas de árvores e paisagismo: Viveiro Legado das Águas Votorantim (plantas ornamentais), Viveiro Fábrica de Árvores (arborização) e  Brasilensis Paisagismo Ecológico (plantas do cerrado).

Apoio institucional: Subprefeitura de Pinheiros.

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Nesse sábado 23, às 10 hs, tem floresta de bolso em plantio coletivo, todos convidados!! Verdejando 2017

A imagem pode conter: uma ou mais pessoas, pessoas em pé, criança e atividades ao ar livre

Enfim chegou a hora! Vamos plantar uma Mata Atlântica em um local especial, o árido Parque da Juventude, na Zona Norte de São Paulo, a 1° da região.  Levem a família, principalmente as crianças, para plantar árvores raras como a araucária, cambuci, peroba e jequitibá. A terra será toda super preparada e enriquecida, para as 600 árvores crescerem bem fortes.

Porque esse local é especial?

Até 2002, ali funcionou o presídio do Carandiru, com 8.000 presos, um local de verdadeiro drama humano, que a nova floresta de Mata Atlântica ajudará a recuperar e “curar” esse solo.

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O local até 2002

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O mesmo local hoje. Do lado esquerdo da foto, será a nova floresta de bolso, trocando um gramado agressivo e seco pela biodiversidade

 

CONFIRME SUA IDA NA PÁGINA DO EVENTO:

https://www.facebook.com/events/118427778843281/

INFORMAÇÕES:

Local: Em frente a biblioteca, na Avenida Cruzeiro do Sul, fora da cerca do parque.
Endereço: Av. Cruzeiro do Sul, 2630 – Carandiru, São Paulo – SP, 02030-100

Horário: A partir das 10 hs.

Data: Sábado, 23 de setembro de 2017
COMO CHEGAR?
Melhor meio é de metrô, descendo na frente, na Estação Carandiru.
De carro, tem estacionamento pago com 228 vagas pela entrada da Av. Cruzeiro do Sul. R$ 5,00.
Aguardamos vocês!
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