Nessa página, um passeio fotográfico pelas paisagens e espécies de plantas típicas dos campos-cerrados nativos da cidade de São Paulo. São fragmentos remanescentes dos antigos “São Paulo dos Campos de Piratininga” que nomearam a cidade nos seus primeiros séculos de existência.
Essas plantas tem diversos vínculos com a História e Cultura de São Paulo, e constituem um patrimônio ambiental e histórico para todos os paulistanos.

As folhas da orelha-de-onça do cerrado mostram suas adaptações para a retenção de água em um ambiente muitas vezes de escassez.

Exemplar de candeia (Gochnatia polymorpha) – árvore comum dos campos naturais na cidade de São Paulo. Reserva da USP.

A bela inflorescência da língua-de-tucano (Eryngium paniculatum), que só ocorre em intervalo de 1 a 2 anos. Planta usada por Anchieta, fundador de São Paulo, para a confecção de alpargatas.

arbusto de murici-do-campo em floração que é visitada por inúmeras espécies de abelhas. Reserva da USP.

Na área do novo Centro de Convenções da USP, ocorre a invasão da sambaia-do-campo, espécie nativa, que compete diretamente com a vegetação de cerrado e deve ser manejada.

Exemplares de murici-do-campo de tamanho notável para a espécie. Devem ter idade bem avançada. Reserva da USP.

Trecho dos campos que representa bem a diversidade de espécies típicas que existem nessa vegetação ancestral – Da esquerda para a direita – língua-de-tucano, murici, candeia e orelha-de-onça. Área manejada na USP.

língua-de-tucano pequena (Eryngium sp.) – espécie provavelmente extinta na metrópole. Reserva atrás da Faculdade de Veterinária da USP.

Tibouchina gracilis – planta ornamental da família das quaresmeiras registrada na região da USP em 1940.

Habenaria sp. situada na Cidade Universitária da USP – gênero de orquídea que há mais de 100 anos ocorria em diversos pontos de São Paulo, como no atual bairro de Higienópolis segundo Usteri em 1911.

As belas flores do araçá-do-campo, arbusto nativo que já foi tão comum na cidade de São Paulo a ponto de nomear o antigo “Caminho do Araçá” e atual “Cemitério do Araçá”. Reserva da USP








































a natureza não nos pede nada. ela só precisa de um palmo de terra para mostrar quanto ela é importante para o ser humano , e nos continuamos impediosamente tapando seus espaços com edificações e pavimentações, tirando-lhes seus sustentos e suas vidas.
Tenho em meu quintal uma planta semelhante a gabiroba, só que o fruto é outro
a flor e branca como uma pipoca e a fruta ecrespa e quando madura come-se inteira e azeda.
Pesquise flores do aricá, cerrado de MT
Obrigado Reinaldo, vou pesquisar.
Olá pessoal !
Moro no Rio Grande do Sul e gostaria de trocar sementes de espécies nativas daqui, por outras do Cerrado.
Se alguém tiver interesse, entre em contato:
emersonbckr46@gmail.com
Obrigado…