Bromélias e líquens não parasitam árvores

 

bromélias nativas da Mata Atlântica em São Paulo - foto de Ricardo Cardim - direitos reservados

Essa foto, tirada em uma grade no Parque Estadual do Jaraguá, mostra bem como as plantas epífitas não são parasitas e vivem “honestamente”. Trata-se de bromélias nativas da Mata Atlântica local, do gênero Tillandsia, que  além dos troncos e galhos de árvores, ocorrem também em grades, estruturas de ferro e fios elétricos.

Outro exemplo de formas de vida que usam a árvore apenas como suporte sem causar mal a elas são os líquens – a exemplo da foto abaixo – vivendo sobre pedras.

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Ao se deparar com esses seres nas árvores, de forma alguma os elimine. Além de não prejudicarem a planta, ajudam na biodiversidade e em importantes serviços ambientais urbanos.

Assista no link abaixo o Dr. Árvore que gravamos hoje sobre os líquens em São Paulo:

http://globotv.globo.com/rede-globo/bom-dia-sao-paulo/t/verdejando/v/manchas-esbranquicadas-protegem-troncos-de-arvores-na-capital/2924344/

Ricardo Cardim

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Sobre Ricardo Cardim

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Esse post foi publicado em arborização urbana, Árvores de São Paulo, árvore urbana, árvores, árvores com epífitas, Botânica, bromelias, meio ambiente urbano, meio ambiente urbano em São Paulo e marcado , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , . Guardar link permanente.

7 respostas para Bromélias e líquens não parasitam árvores

  1. Ana Dulce Maraschin disse:

    Amanh s 5 da tarde estaremos mais uma vez defendendo o Parque Augusta contra a especulao imobiliria.Precisamos tambm da sua ajuda!!!!!!!!Rua Augusta com Caio Prado.

    Date: Thu, 31 Oct 2013 21:23:51 +0000 To: adp.maraschin@hotmail.com

  2. Ana Dulce Maraschin disse:

    Que boa dica.Adoro receber o que voc envia.Tenho 3 destas plantinhas em um xaxim.Vou tentar plantar em ferro.ObrigadaAna Dulce

    Date: Thu, 31 Oct 2013 21:23:51 +0000 To: adp.maraschin@hotmail.com

  3. Orlandini disse:

    Muito preciosa essa informação. Agora com maior propriedade posso respeitar mais
    a natureza.

  4. Obrigado por difundir informações corretas, Ricardo; não é brincadeira o número de vezes que tenho de desmentir falsas informações, informando sobre liquens serem epífitos, e não parasitas. Aliás, ainda pretendo realizar um levantamento florístico urbano com liquens pra servir de subsídio a estudos de impacto por poluentes aéreos, tal como os feitos em vários lugares da Europa, USA., Ásia, etc. A propósito, o líquen na rocha parece ser uma espécie do gênero Xanthoparmelia, a julgar pela morfologia e pela coloração. mas é difícil ter certeza sem olhar de perto.

    • valeu Michel. Precisamos inventariar as epífitas sobreviventes nas grandes árvores do parque trianon, que são os últimos remanescentes daquela mata do caaguassu. meu email – cardim@usp.br

      abs

  5. Pra poder verificar essa possibilidade Ricardo, seria necessário primeiramente um reconhecimento da área pra ter uma estimativa do que encontrar. Infelizmente, no momento não tenho estagiários que poderiam desenvolver, por exemplo, um TCC em cima de um levantamente de biodiversidade epífita com liquens. Mas é algo que como disse espero poder fazer quando tiver pessoal treinado.

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