Habitando em cima de uma paineira (Ceiba sp.) um velho imbé (Philodendron sp.) lança suas raízes ao solo. Planta nativa da cidade de São Paulo, essas raízes foram, na cidade dos primeiros séculos, o "prego" para amarração de todo tipo de construção devido à escassez de ferro, se construi até embarcações com elas aqui no Planalto. Ricardo Cardim

Habitando em cima de uma paineira (Ceiba sp.) um velho imbé (Philodendron sp.) lança suas raízes ao solo. Planta nativa da cidade de São Paulo, essas raízes foram, na cidade dos primeiros séculos, o "prego" para amarração de todo tipo de construção devido à escassez de ferro. Até embarcações com elas foram construídas aqui no Planalto. Ricardo Cardim

Tocos das árvores derrubadas na Marginal do Tietê para as obras de ampliação. Ricardo Cardim
Tocos das árvores derrubadas na Marginal do Tietê para as obras de ampliação. Ricardo Cardim
Árvore
Árvore (ipê-roxo) plantada há dois anos na margem do  Rio Tietê. Mesmo com a poluição em diversos níveis a atacando, parece estar crescendo bem. Ricardo Cardim

 

Essa é para aqueles que duvidam da longevidade do paulistano da gema manacá-da-serra (Tibouchina mutabilis), exemplar de proporções admiráveis e aparentando idade vivendo no pleno agito da Praça Panamericana, em frente ao Pão de Açucar. Espécie muito comum nas matas alteradas em volta da Metrópole. Ricardo H Cardim
Essa é para aqueles que duvidam da longevidade do paulistano da gema manacá-da-serra (Tibouchina mutabilis), exemplar de proporções admiráveis e aparentando idade vivendo no pleno agito da Praça Panamericana, em frente ao Pão de Açucar. Espécie muito comum nas matas alteradas em volta da Metrópole. Ricardo H Cardim
O muito presente pau-ferro (Caesalpinia ferrea), arborizando sozinho uma praça na Rua 25 de março, centro de São Paulo. Árvore de madeira muito dura e resistente, possui tronco de grande beleza. Não é nativa da Cidade como alguns pensam, ocorrendo naturalmente na Mata Atlântica do Rio de Janeiro para o Norte. Ricardo Cardim

O muito presente pau-ferro (Caesalpinia ferrea), arborizando sozinho uma praça na Rua 25 de março, centro de São Paulo. Árvore de madeira muito dura e resistente, possui tronco de grande beleza. Não é nativa da Cidade como alguns pensam, ocorrendo naturalmente na Mata Atlântica do Rio de Janeiro para o Norte. Ricardo Cardim

Fato raro em São Paulo - uma rua inteiramente arborizada com a jerivás (Syagrus romanzoffiana) uma palmeira típica das matas nativas paulistanas e muito presente na Cidade desde os tempos coloniais. Outro detalhe inusitado é a ausência de podas destrutiva em suas folhas, o que mantém a beleza natural da palmeira. A rua fica em frente ao Largo do Arouche, Centro. Ricardo Cardim

Fato raro em São Paulo - uma rua inteiramente arborizada com a jerivás (Syagrus romanzoffiana) - palmeira típica das matas nativas paulistanas e muito presente na Cidade desde os tempos coloniais. Outro detalhe inusitado é a ausência de podas destrutivas em suas folhas, o que mantém a beleza natural das palmeiras. A rua fica em frente ao Largo do Arouche, no Centro. Ricardo Cardim

Raízes do palmito-jussara (Euterpe edulis), quando jovens apresentam uma intensa cor vermelha. É uma palmeira típica da floresta original da cidade de São Paulo. Ricardo Cardim

Raízes do palmito-jussara (Euterpe edulis). Quando jovens apresentam uma intensa cor vermelha. É uma palmeira típica da floresta original da cidade de São Paulo. Ricardo Cardim

cerejeiras, nativas do Japão, no máximo da floração no Parque do Carmo em Itaquera. Foto da colaboradora Leda Maria Lucas

cerejeiras, nativas do Japão, no máximo da floração no Parque do Carmo em Itaquera. Foto da colaboradora Leda Maria Lucas

Velho cambuci na floresta nativa dentro do Jardim Botânico em São Paulo. Foto: Ricardo Cardim

Velho cambuci na floresta nativa dentro do Jardim Botânico em São Paulo. Foto: Ricardo Cardim

Falsa-seringueira (Ficus elastica), uma figueira, plantada na Rua Maria Figueiredo perto da Av. Paulista. Quem a plantou acredito não saber que ela alcança até 4 metros de diâmetro no tronco. Originária da Ásia. Ricardo H Cardim

Falsa-seringueira (Ficus elastica), uma figueira, plantada na Rua Maria Figueiredo perto da Av. Paulista. Quem a plantou acredito não saber que ela alcança até 4 metros de diâmetro no tronco. Originária da Ásia. Ricardo H Cardim

Cedro-rosa (Cedrela fissilis) em frente ao MASP, árvore nativa da cidade de São Paulo. Ricardo H Cardim

Cedro-rosa (Cedrela fissilis) em frente ao MASP, árvore nativa da cidade de São Paulo. Ricardo H Cardim

Parque Linear Sapopemba - foto de Vera Lucia Dias

Parque Linear Sapopemba - foto de Vera Lucia Dias

Interessante quadro de uma árvore nativa que cresceu em meio as grades do parque Trianon, na região da Av. Paulista. Ricardo H Cardim

Interessante quadro de uma árvore nativa que cresceu em meio as grades do parque Trianon, na região da Av. Paulista. Ricardo H Cardim

Ficus microcarpa enfeitado para o natal na Av. Pacaembú (Zona Oeste). Luzes que embelezam a cidade e valorizam as árvores urbanas perante a população, porém nunca se deve pregar e furar o tronco para a fixação das luzes. Ricardo H Cardim

Ficus microcarpa enfeitado para o natal na Av. Pacaembú (Zona Oeste). Luzes que embelezam a cidade e valorizam as árvores urbanas perante a população, porém nunca se deve pregar e furar o tronco para a fixação das luzes. Ricardo H Cardim

Paineira-rosa (Chorisia speciosa) na esquina da Rua Colômbia com a Rua Peru, árvore muito plantada na Cidade até vinte anos atrás, tem um crescimento muito rápido e forma uma enorme copa. Seus frutos contém um tipo de "algodão" no interior, a paina, que servia outrora para preencher travesseiros e salva-vidas, e são muito apreciados pelas maritacas. Ricardo H Cardim

Paineira-rosa (Chorisia speciosa) na esquina da Rua Colômbia com a Rua Peru - Jardins. Árvore muito plantada na Cidade até vinte anos atrás, tem um crescimento muito rápido e forma uma enorme copa. Seus frutos contém um tipo de de "algodão", a paina, outrora usado para preencher travesseiros e salva-vidas, e que são bastante apreciados pelas maritacas. Ricardo Henrique Cardim

Vista da floresta paulistana do alto do Pico do jaraguá, essa mata, que é contada sua existência na história de São Paulo desde o século XVI, já sofreu diversas ameaças e desmatamentos, como nos anos 30 do século passado, mas felizmente chegou aos nossos dias, embora pressionada pela urbanização intensa a sua volta. Ricardo H Cardim

Vista da floresta paulistana do alto do Pico do jaraguá. Essa mata, que é contada sua existência na história de São Paulo desde o século XVI, já sofreu diversas ameaças e desmatamentos, como nos anos 30 do século passado, mas felizmente chegou aos nossos dias, embora pressionada pela urbanização intensa a sua volta. Ricardo H Cardim

trecho do meio do fragmento florestal na Cidade universitária da USP, onde em uma depressão do terreno passa um riacho ainda limpido.

trecho no meio do fragmento florestal na Cidade universitária da USP, onde na depressão do terreno passa um riacho ainda límpido.

je
palmeira jerivá (Syagrus romanzoffiana) no Parque da Luz , de grande altura,  é um exemplar muito antigo, provavelmente centenário.
Guapuruvu (Schizolobium parahyba) no Parque da Água Branca, árvore de crescimento rápido e nativa da Mata atlântica de encosta, sofreu uma doença há alguns anos atrás na Cidade que matou muitos de seus individuos, como aqueles que existiam em abundância no pico do Jaraguá. Ricardo H Cardim
Guapuruvu (Schizolobium parahyba) no Parque da Água Branca (Zona Oeste), árvore de crescimento rápido e nativa da Mata Atlântica de encosta, sofreu uma doença há alguns anos atrás na Cidade que matou muitos de seus indivíduos, como aqueles que existiam em abundância no pico do Jaraguá. Ricardo H Cardim
Sapopemba. Nome indigena usado outora para designar estas belas raizes tabulares que auxiliam na sustentação de algumas espécies. Essas dai são Chichás (Sterculia chicha) plantadas em frente ao Departamento de Botânica da USP. Ricardo Cardim
Sapopemba. Nome indígena usado outrora para designar estas belas raízes tabulares que auxiliam na sustentação de algumas espécies. Essas daí são Chichás (Sterculia chicha) plantadas em frente ao Departamento de Botânica da USP. Ricardo Cardim
Grupo de Guabirobas (Syagrus oleracea) uma palmeira introduzida em São Paulo, nativa dos cerrados brasileiros e que além da beleza de seu porte e tronco reto e homogêneo, possui um palmito muito apreciado na culinária do interior do pais. Ricardo H Cardim

Grupo de Guabirobas (Syagrus oleracea) uma palmeira introduzida em São Paulo, nativa dos cerrados brasileiros e que além da beleza de seu porte e tronco reto e homogêneo, possui um palmito muito apreciado na culinária do interior do país. Ricardo H Cardim

A interessante casca do pau-ferro (Caesalpinia ferrea), paulistana por adoção, já que não é nativa de nossas matas. R.H.Cardim
A interessante casca do pau-ferro (Caesalpinia ferrea), paulistana por adoção, já que não é nativa de nossas matas. R.H.Cardim
Araucárias (Araucaria angustifollia) centenárias. Plantadas na Cantareira no final do século XIX. R.H.Cardim
Araucárias (Araucaria angustifollia) centenárias. Plantadas na Cantareira no final do século XIX. R.H.Cardim
Cedro-rosa (Cedrella fissillis) com o tipico crescimento em floresta - tronco reto e único e copa somente no alto, para buscar a luz. Pq. da Cantareira. R.H.Cardim
Cedro-rosa (Cedrella fissillis) com o típico crescimento em floresta – tronco reto, único, com copa somente no alto, para buscar a luz. Pq. da Cantareira. R.H.Cardim
Trecho de mata em São Paulo. R.H.Cardim

Trecho de mata em São Paulo. R.H.Cardim

virola

virola (Virola bicuhyba), árvore típica da Mata atlântica, aqui se apresenta ainda jovem, com sua copa caracterísitica, na Serra da Cantareira. Pode ser usada na arborização urbana.

rua na zona Oeste arborizada com jacarandá-mimoso (Jacaranda mimosaefolia) florido em setembro. Árvore usada há muito tempo na arborização urbana de SP, não é nativa como muitos pensam, sendo originária da Argentina e Bolivia.

rua na zona Oeste arborizada com jacarandá-mimoso (Jacaranda mimosaefolia) florido em setembro. Árvore usada há muito tempo na arborização urbana de SP, não é nativa como muitos pensam, sendo originária da Argentina e Bolívia.

outra vista do interior da mata da Cidade Universitária da USP. Podemos notar a grande profusão de cipós e trepadeiras, tipicos da Mata Estacional Semi-Decidua (tipo de mata comum no interior do Estado).

outra vista do interior da mata na Cidade Universitária - USP. Podemos notar a grande profusão de cipós e trepadeiras, típicos da Mata Estacional Semi-Decídua (tipo de mata comum no interior do Estado).

Possivelmente a mais bela vista de São Paulo, ainda mais no céu azul de maio com a floresta emoldurando a Cidade. Núcleo da Pedra Grande - Parque da Cantareira

Possivelmente a mais bela vista de São Paulo, ainda mais no céu azul de maio com a floresta emoldurando a Cidade. Núcleo da Pedra Grande - Parque da Cantareira

 

pau-jacare (Piptadenis gonoacantha), árvore nativa de São Paulo, muito comum em nossas matas, principalmente nas próximas ao interior norte-oeste. Sua casca possui protuberâncias como a pele do jacaré, dai o nome. Ricardo Cardim

pau-jacare (Piptadenia gonoacantha), árvore nativa de São Paulo, muito comum em nossas matas, principalmente nas próximas ao interior norte-oeste. Sua casca possui protuberâncias como a pele do jacaré, daí o nome. Ricardo Cardim