Nesse sábado 29, às 11 hs, será inaugurada a exposição “A Casa e a Cidade Coleção Crespi – Prado” no Museu da Casa Brasileira. Através de amplas pesquisas, apresentamos na exposição o território e a biodiversidade ancestral da região onde está inserido o Museu.
Os destaques ficam por conta de uma rara fotografia de 1933 mostrando o Rio Pinheiros em sua forma original, com curvas e florestas, outras diversas fotos antigas e textos com a vegetação original e a urbanização. Um desenho recria a paisagem de São Paulo antes da colonização européia, quando era somente natureza.
Museu da Casa Brasileira – Av. Brigadeiro Faria Lima, 2075, Jardim Europa.












Caro Ricardo: só podemos lamentar que as várzeas de São Paulo tenham sido destruídas tão recentemente (e continuem a ser eliminadas), quando a vegetação ao longo de rios e córregos é protegida pela legislação federal. Todas essas “avenidas sanitárias” (avenidas marginais) são ilegais”, promovidas “na marra”, demagogicamente! Poderíamos ter, hoje, o “Parque Ecológico do Tietê” enormemente ampliado, unido aos brejos do Butantan (hoje ocupados pela USP), às matas da USP e a outros tratos de mata e cerrado há pouco destruídos. É sempre a capital paulista a liderar e incentivar a destruição da natureza nas cidades. Vamos nos unir, com apoio dos Ministérios Públicos, para salvar o pouco que restou. Celso do Lago Paiva, Diretor de Conservação, Instituto Pró-Endêmicas, http://br.groups.yahoo.com/group/proendemicas/, instituto_proendemicas@hotmail.com.
Olá Celso, realmente, São Paulo no último século asfaltou praticamente todas as suas várzeas. A biodiversidade nativa paulistana hoje pode ser considerada “relíquia”.
Fico à disposição,
Abraço