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A tecnologia japonesa SkyGarden para telhados verdes e jardins elevados a partir de 4 cm é parceira do Árvores de São Paulo
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Telhados verdes SkyGarden
A necessidade do verde para os moradores das grandes cidades hoje é questão não só ambiental, mas de qualidade de vida e bem-estar. Com cada vez mais novas construções e menos espaços em terra-firme, soluções como a tecnologia japonesa SkyGarden ENVEC fazem a diferença. O telhado verde e jardim elevado SkyGarden é muito simples, sua tecnologia está no seu solo orgânico, que com apenas poucos centímetros de espessura reproduz a fertilidade e durabilidade alcançada somente em metros de terra comum.
Pesando no máximo 40 kg por m² com gramado estabelecido, permite aliar os benefícios ambientais de um telhado verde comum (diminuição da temperatura, filtragem e reciclagem do ar, retenção de CO) com o lazer e qualidade de vida, já que pode ser usado como um quintal comum, criando espaços úteis.
A partir de 7 cm de espessura do solo SkyGarden é possível gramados (qualquer espécie) com pouco pisoteio e com 10 cm de espessura, pisoteio normal. Com alguns centímetros a mais, hortas, paisagismo e até árvores.
Premiada na ONU em 2001, a tecnologia da ENVEC Japão, com atuação no mercado asiático há mais de 15 anos está disponível por aqui fabricada pela ENVEC Brasil, onde ajudei a realizar a adaptação do sistema ao nosso clima e vegetação.
Para conhecer melhor ligue 11 3148-1514 ou acesse: www.skygarden.com.br
Ricardo Cardim

Nessa foto do jardim-teste plantado em 2007, mostra a grama (esmeralda, no caso) enraizada no solo SkyGarden formando o tapete, leve e fértil, que pode ser transportado e a laje inspecionada. No Japão existem jardins SkyGarden com mais de 20 anos de uso em perfeito funcionamento.
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Parabéns por seu trabalho Ricardo, pessoas como você fazem bem ao planeta.
abraços
Nádia
olá ricardo.
no contexto da urbe paulistana, esse é um assunto muuuito pertinente!
sempre invejei os green roofs japoneses, afinal eles têm jardins respeitáveis em topos de prédios, reduzindo consideravelmente efeitos de ilhas de calor no meio urbano além de todos os outros serviços ecossistêmicos que a vegetação pode oferecer.
mas em nenhum momento, em toda minha ingenuidade (hehe), suspeitei que a solução era a do aumento da fertilidade, sempre achei que fosse alguma adaptação estrutural do prédio que suportasse a vegetação.
muito interessante a eficiência dessa tecnologia. mas, sabendo disso me pergunto, como é possível que numa espessura tão pequena se obtenha o mesmo resultado naquilo que seria necessário alguns metros de profundidade de solo normal? é pelo uso de fertilizantes químicos? se sim, suponho que, em larga escala e em longo prazo, possa ter impactos ambientais consideráveis, a não ser que os resíduos sejam de alguma forma tratados antes de caírem na rede pluvial.
v. poderia explicar isso um pouco melhor?
abs
Olá Glenn,
obrigado pelas considerações! A tecnologia não usa nenhum composto químico e/ou poluente, é 100% orgânico. O único químico que vc pode usar caso queira é adubar o solo SkyGarden com formulação NPK (por exemplo 10-10-10) ou pode adubar com materiais orgânicos líquidos ou sólidos, depende de sua vontade. A composição é segredo industrial, feita a partir de vegetais decompostos por processo lento, mas no rigoroso mercado e governo japonês tem todas licenças como produto não agressor ao meio-ambiente. Ela é fruto de mais de 10 anos de pesquisa da empresa Masaki ENVEC junto a universidades japonesas. Fico à disposição para maiores esclarecimentos!
abraços
que legal que é tudo “friendly”
aliás é mais lógico que seja assim mesmo, afinal se fosse por tratamentos químicos, acho eu que essa fertilidade duraria muito menos tempo que uma década né?
me simpatizei ainda mais por esse tipo de solução tecnológica sabendo dessas coisas (e fico mais tranquilo tbm, hehe)
espero que sampa adote cada vez mais os green roofs/walls… (aliás, quão promissor é esse tipo de solução na cidade de são paulo?)
fiquei sabendo que em muitos prédios do japão há verdadeiras plantações de trepadeiras de frutos comestíveis, aumentando a superfície verde verticalmente nos prédios além de fornecer alimento!
abraços
O legal desse solo é que ele funciona como uma “conta-corrente” onde sua estrtura se mantém intacta por décadas, tanto em peso quanto volume, e vc só vai acrescentando adubo (natural ou sintético conforme opção) de acordo com as necessidades das plantas que vai instalar sobre ele. Por exemplo, em gramados, o ideal é adubar a cada 8-12 meses, já uma plantação de melancias, a cada 1,5 mês, já que seu ciclo é muito exigente e de apenas 3 meses.
que bom que gostou!
abraços
Ricardo