ipê-amarelo na Cidade Universitária (USP)

ipê-amarelo na Cidade Universitária (USP)

 

   Como todo ano, chegando julho os ipês-amarelos perdem suas folhas e começam a apresentar milhares de botões para a florada que vai de agosto até outubro. Com diversas espécies dentro do seu genêro Tabebuia, uma palavra de origem indígena, o ipê-amarelo arboriza diversas partes da cidade, sendo mais comum o Tabebuia serratifolia, presente em muitas calçadas. Resistente à poluição urbana, vive bem adaptado como árvore de cidade.

  São Paulo, primitivamente localiza-se uma região de vegetação de transição entre a floresta atlântica de encosta (área da Serra do Mar) e a mata semi-decídua (Interior do Estado), e pode considerar  o ipê-amarelo como nativo do território onde está a metrópole.

Ricardo Henrique Cardim